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Programa Informação para Todos (IFAP)

Sobre o IFAP

O objetivo do IFAP é auxiliar os Estados-membros da UNESCO, por meio de parcerias, a criar e executar políticas nacionais de informação e estratégias de promoção do conhecimento, com base em Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC). Dessa forma, a amplitude de temas cobertos pelo IFAP organiza-se em cinco áreas, conforme o plano estratégico do Programa para o período 2008-2013, que as articula de forma orgânica e em consonância com o mandato da organização.

A primeira das cinco áreas é a Informação para o Desenvolvimento, que inclui, além da possibilidade de acesso à informação para todos, a relevância e a utilidade na erradicação da pobreza, em processos de governança mais abertos e na transparência das ações públicas.

A segunda área, Alfabetização Informacional, não somente inclui a alfabetização para a mídia, como enfatiza o desenvolvimento da capacidade efetiva de buscar, avaliar, usar e criar informação, ou seja, desenvolver habilidades no uso apropriado das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) e, acima de tudo, favorecer a compreensão de vários tipos de mídia e de formatos de transmissão da informação.

Preservação da Informação, a terceira área de atuação, busca capacitar as instituições guardiãs da informação para acompanhar o ritmo de crescimento da informação e, sobretudo, a enfrentar os avanços no nível de estabilidade e vida útil dos documentos – inclusive na modalidade digital. Tudo isso para tentar evitar a perda permanente de memória das coletividades.

Ética da Informação é a quarta área do IFAP, que inclui os aspectos, éticos, legais e societários das aplicações das TIC e, em conformidade com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, abrange a promoção e o respeito do direito à liberdade de expressão, ao acesso universal à informação – especialmente àquela em domínio público – à educação, à privacidade e à participação na vida cultural.

Já a Acessibilidade à Informação cobre temas ligados à superação das limitações ao acesso e o desenvolvimento e promoção de plataformas abertas. Esta área é muito ampla e abrange pelo menos três subconjuntos: ênfase sobre barreiras jurídico-legais e administrativas ao acesso aberto à informação; ênfase sobre barreiras linguísticas e culturais e ênfase sobre barreiras individuais de natureza física ao acesso para pessoas com necessidades especiais.